Gastronomia Italiana – História

Dentre os principais patrimônios que caracterizam a Itália, além de suas belezas paisagísticas e de sua arte, está a gastronomia. A cozinha italiana é talvez uma das mais ricas do mundo, principalmente no que diz respeito aos ingredientes característicos da cozinha típica e regional. Isso é sem duvida conseqüência dos vários povos que passaram pela península itálica através dos séculos e lá deixaram sua marca com a introdução de novos elementos e alguns pratos hoje apreciados em todo o mundo. Uma das etnias que mais influenciou na formação dessa cultura foram os árabes, que, a partir do século IX, principalmente na Sicília, implementaram a culinária local com o açúcar, o arroz, a canela, o açafrão, a berinjela e os doces de marzipã. Além disso, transmitiram as técnicas de produção de figos secos e passas.

A partir de 1600 os espanhóis também deixaram sua marca, principalmente com novos produtos originários da América como, por exemplo, o tomate, a batata, o feijão, o milho, o cacau, o rum e o café. Na época de Napoleão Bonaparte, os franceses transmitiram agregaram à culinária italiana a utilização de pratos com produtos derivados do leite, como manteiga e creme de leite.

Eles também ensinaram aos cozinheiros italianos formas mais refinadas de apresentação dos pratos, com um visual mais elaborado. Com a imigração dos italianos para a América (Nova York, Buenos Aires e São Paulo), a partir de 1900, a Itália exportou sua culinária, principalmente com napolitanos, que passaram a divulgar a pizza e o famoso “spaghetti al sugo”, pratos conhecidos e apreciados em todo o mundo. Portanto, é difícil falar numa cozinha italiana, o mais correto é falar em cozinha típica regional italiana.

Além das diferenças gastronômicas entre o sul e o norte, dentro da mesma região encontra-se em várias cidades, até mesmo próximas, diferenças históricas, devido aos povos que passaram no local, geográficas e climáticas que determinam os tipos de produtos elaborados e que, por sua vez, vão constituir os ingredientes dos pratos tipicamente regionais.

Em poucas palavras, na gastronomia do norte da Itália predominam produtos de influência francesa, austríaca e húngara, com o emprego de muitos produtos derivados do leite, enquanto que no sul, predominam os de influência árabe, quais sejam: uso de muito molho de tomate, pouca carne bovina e muita carne de coelho, ovina, caprina e suína.

Nos bosques e montanhas predominam os famosos “funghi” e muita caça. Já no litoral, encontra-se diversos tipos de peixe, com destaque para o atum e o peixe “spada”, além de muitos frutos do mar e bacalhau.

Dentro do cenário gastronômico italiano, também há a Cozinha Mediterrânea, principalmente na parte meridional e nas ilhas da Sicília e Sardenha, a qual é conhecida pelos italianos como “cozinha sadia”, rica em carboidratos, frutas, verduras, peixes, pouca carne e muito óleo de oliva. Salames, queijos e vinhos de primeira linha completam a riquíssima cozinha tipicamente regional de todas as partes da Itália e apreciadas em todo o mundo. (Fonte: Prof. Francesco Rosito)

Em Italiano

Frai principali patrimoni che caratterizzano l’Italia, oltre alle sue bellezze paisagistiche e artistiche, c’è la gastronomia. La cucina italiana è forse una delle più ricche del mindo, principalmente per quanto riguarda gli ingredienti caratteristici della cucina tipica e . Questo è senza dubbio coneguenza dei vari popoli che passarono per la penisola italica attraverso dei secoli e là lasciarono i segni con l’inroduzione di nuovi elementi e alcuni piatti preparati oggi in tutto il mondo.Una delle etnie che più ha influenzato nella forazione di questa cultura sono stati gli arabi, che, a partire dal sec. IX, principalmente in Sicilia completarono la culinaria locale con lo zucchero, il riso, la cannella,, la melanzana e i dolci di marzapame. Oltre ad esso, trasmisero le tecniche di produzione dei fichi secchi e uva passa.

A partire dl 1800 anche gli spagnoli lasciarono il loro segno, principalmente con i nuovi prodotti originari dell’America come, per esempio, il pomodoro, la patata, il fagiolo, il mais, il cacao, il rum e il caffé. Nell’epoca di Napoleone Bonaparte, i francesi aggregarono alla culinaria italiana l’utiizzazione di piatti con prodotti derivati da latte, come burro e panna. Insegnarono anche ai cuochi italiani forme più raffinate di presentazione dei piatti, con visuali più elaborati. Con l’emigrazione degli italiani verso l’America (New York, Buenos Aires, São Paulo), a partire dal 1900, l’Italia esportò la sua culinaria, principamente con i napoletani, che divulgarono la pizza e i famosi “spaghetti con la pommarola”, piatti conosciuti ed apprezzati in tutto il mondo. Pertanto, è difficile parlare di una cucina italiana, più corretto sarebbe parlare di cucina tipica regionale italiana.

Oltre alle differenze gastonomiche fra il nord e il sud, nella stessa regione troviamo in varie città, anche molto vicine, differenze storiche, dovute ai popoli che passarono per quei luoghi, geografiche e climatiche che determinano i tipi di prodotti elaborati e che, a sua volta, costituiscono gli ingredienti dei piatti tipicamente regionali.

In poche parole , nella gastronomia del nord Italia predominano prodotti di influenza francese, austriaca e ungherese, con l’impiego di molti prodotti derivati dal latte, mentre nel sud, predominano quelli di influenza araba, fra i quali: uso di molto sugo di pomodori, poca carne bovina e molta carne di coniglio, ovina, caprina e suina.

Nei boschi e montagne predominamo i famosi “funghi” e molta caccia. Sulle coste, s’incontrano diversi tipi di pesce, in primo piano il tonno e il pesce spada, oltre a molti frutti di mare e baccalà.

Nello scenario gastronomico italiano, c’è anche la Cucina Mediterranea, principalmente nella parte meridionale e nelle isole della Sicilia e Sardegna, la quale è conosciuta dagli italiani come “cucina salutare”, ricca di carboidrati, frutta, verdura, pesce, poca carne e molto olio di oliva. Salami, formaggi e vini di prima linea completano la ricchissima cucina tipicamente regionale di tutte le parti d’Italia e apprezzata in tutto il mondo.  Prof. Francesco Rosito